10 fevereiro 2017

Tulipas

Antes da de fotografar... 
houve a emoção. 
A alma foi tocada.



06 fevereiro 2017

Afagos

Sorrisos, abraços, carinho... 
sonhos e poesia 
são coisas maravilhosas em nossa vida. 
 E elas custam tão pouco. 

Feliz semana, amigos queridos!

15 janeiro 2017

A caminho de Copenhague, fizemos uma pausa em Lisboa. Tivemos somente três horas para passear, o que para um lugar assim… é apenas um fiapinho de tempo. Aliás, conheço Lisboa desta maneira. A cidade me é apresentada em doses muito pequenas, como se fosse uma degustação de um precioso vinho. E de fato… é! Nas informações turísticas nos indicaram um taxi, com o qual rodaríamos por alguns pontos da capital lusitana - tão linda! Para nossa surpresa, o taxi era uma limousine muito antiga… e quem a dirigia era um senhor idoso que, de cara, nos cativou com seu jeito querido de ser. A sua fala era simplesmente deliciosa - um português doce e agradável, como dizia Cervantes. Quando começamos a rodar, ele disse: “Eu sou Manoel Calado e vocês tiveram muita sorte de me encontrar.” Ah sim - pensei! Pois eu tenho mesmo a felicidade de encontrar pessoas fabulosas pelo caminho. Com Manoel não poderia ter sido diferente. Além de amar sua cidade, a cantava em prosa e verso. Pois, nosso passeio foi uma aula de história e de literatura. Manoel disse-nos que… Fernando Pessoa fora um grande filósofo. O nosso guia, que de calado nada tinha, não deixaria de abordar a atual situação econômica e política de seu país, num dia... em que foi enterrado o ex-presidente Mário Soares.











26 outubro 2016

Outono em Copenhague

Passeio pelo parque. O vento sopra. Folhas caem. 
O outono traz em seu fascínio... vestígios de melancolia, 
que inspiram e que envolvem. 
De forma lenta e harmoniosa, 
a natureza cobre o mundo com lindas cores e a estação fria... 
já não tarda. Há por aqui um tanger de tranqüilidade, 
um excesso de quimeras. 
E eu não me canso de fotografar, 
de sentir, de participar de toda esta magia.















22 setembro 2016

Subjuntivos

Que possamos ser pessoas meigas… num mundo, 
tantas vezes, rude e impetuoso. 
Que as decepções não nos façam feridas e que elas… 
nos impulsionem a refazer caminhos. 
Que, apesar das dificuldades, possamos reagir 
e reencontrar ternura e a delicadeza. 
E que nada, nada roube a nossa fé 
e, tampouco, nosso amor.